quinta-feira, 30 de outubro de 2008

The Cure - 4:13 Dream


Em tempos desérticos de sucesso a qualquer custo o Cure é um oásis. É o mesmo The Cure de 20, 30 anos atrás, com pitadas saudáveis de modernidade.

O álbum começa com a “Underneath The Stars” …” (“Floating here - Like this with you - Underneath the stars”) e a música vai flutuando no melhor estilo The Cure e segue com a rapidinha “Only One” até as seguintes “Reasons Why” e “Freakshow” que são para mim erros de repertório, nem comento.

Eles se encontram novamente em “Sirensong”, “Real Snow White” e “Hungry Ghost”. O álbum toma um novo rumo a partir de “Perfect Boy” e fica cada vez mais parecido com o Cure de antigamente. Vale ouvir “Sleep When I´m Dead” que lembra os melhores tempos deles e as nervosas “Scream” e “It´s Over”.

Nem entro no mérito se o álbum é “bom” ou não, vejam bem ... isso é só um pequeno detalhe para uma banda que foi formada em 1976, já vendeu 30 milhões de discos e é considerada uma das melhores bandas do mundo!!!! São 32 anos de estrada mantendo o vigor e a criatividade do início de carreira.

É emocionante ver uma banda manter seus pés fincados no estilo que a consagrou e não sair dele de jeito nenhum.

Formação deste álbum:
Robert Smith: guitarra, vocal, baixo, teclados e violino;
Porl Thompson: guitarra, teclados e saxofone;
Simon Gallup: baixo e teclados;
Jason Cooper: bateria.



quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Priscilla Ahn - A Good Day

Comecei a ouvir este álbum sem pretensão nenhuma. Particularmente, adoro mulheres cantando, e isso já é meio caminho andado para eu gostar, e até por isso, dou um desconto e nem posto aqui todas as cantoras que escuto.


Mas esse álbum é diferente! Priscilla Ahn tem uma voz macia e passeia entre os instrumentos de forma natural e é impossível ficar só ouvindo. A começar pela excelente “Dream“ onde não há nenhuma disputa entre voz e instrumentos e por esse caminho entra a seguinte “Wallflower”.


Vemos um ar country em “I Don´t Think So” que permanece nas lentinhas “Masters In China” e “Leave The Lights On” onde fica inevitável a comparação com Norah Jones (mas qual o problema? Ela é ótima também!) até que o álbum vai ganhando um corpo mais Indie e mais moderno quanto mais se chega ao fim. O minimalismo no caso de Priscilla funciona e muito, pois sua voz compensa qualquer falta de instrumentos.


Depois de um álbum cantado com emoção, chega-se ao fim das 11 músicas de bem com a vida!


Filha de Coreanos, a moça que nasceu em 1984 foi criada entre a Geórgia (EUA) e a Coréia do Sul mas sua carreira começou depois que ela se estabeleceu em Los Angeles e emplacou duas de suas músicas em episódios de Grey´s Anatomy.


Este seu primeiro álbum foi lançado em junho de 2008 e pelo visto será o primeiro de muitos.




quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Donavon Frankenreiter – Pass It Around

Já postei Donavon aqui para falar do álbum “Move By Yourself” e este “Pass It Around” vem reforçar ainda mais o que já disse antes. DF faz um som agradável, leve, muito fácil de ouvir e de gostar.

Com uma simplicidade contagiante, o californiano, Donavon, ainda acerta na quantidade de faixas do álbum e crava 10 ótimas músicas, com destaque para as faixas “Too Much Water” e “Your Heart”.


É ouvir e gostar!



Jenny & the Scallywags - Shaking Heart

   Volta e meia aparece na minha frente um álbum realmente novo de um artista que nunca ouvi falar. De primeira, muitas vezes, não dou m...