segunda-feira, 27 de agosto de 2007

The Killers - Hot Fuss


Pegando carona e já aquecendo para o Tim Festival, vou falar de uma das melhores bandas que ouvi nos últimos anos. The Killers.
The Killers
A banda começou no final de 2002, quando o vocalista Brandon Flowers respondeu um anúncio colocado por David Keuning em um jornal local de Las Vegas. Na época, Brandon tinha acabado de ser despedido de sua banda anterior por não querer se mudar com o grupo para Los Angeles.
David e Brandon começaram a compor logo que se encontraram e assim escreveram "Mr. Brightside", uma das únicas músicas que eles continuam tocando em todos os shows da banda. Depois de fazer testes com alguns bateiristas e baixistas, os dois musicos conheceram Ronnie Vannucci, um estudante de percussão clássica na universidade de Nevada em Las Vegas e o baixista Mark Stoemer.
Alternando os ensaios entre uma garagem e a Universidade de Ronnie, a banda começou a compor e dar vida às músicas que sairiam mais tarde no primeiro álbum do Killers, Hot Fuss. As músicas falam sobre assassinos, vítimas de AIDS do estúdio 54, namorados andógenos e por aí vai.
As notícias correram rápido sobre a banda e chegaram aos ouvidos de um selo londrino independente chamado Lizard King. Os caras do the Killers assinaram com o selo e saíram em sua primeira turnê, pela Inglaterra. A banda dividiu seu tempo entre sua turnê pela Inglaterra e a gravação do primeiro disco. As gravações demoraram cerca de três meses
O disco Hot Fuss foi lançado em junho de 2004, com 11 músicas.
O álbum é tão bom que fica difícil destacar algo. Depois que você ouve "Jenny Was a Friend of Mine", a primeira do disco, fica quase impossível parar. Arranjos excelentes e dinâmicos, harmonia bem construída e bons músicos.
IMPERDÍVEL!!!

Juliette and the Licks – Four on the Floor



Rock and Roll !! Rasgado, de primeira. É guitarra gritando pesada, voz dobrada no refrão, sem sombra de teclado e bateria de Rock. Esta é a banda da Juliette Lewis, aquela atriz de Assassinos por Natureza, Um Drink No Inferno e Cabo do Medo. Ela, que abandonou tudo para tocar, é a voz do quinteto que conta ainda com Jason Womak (baixo), Todd Morse (guitarra), Kemble Walters (guitarra) e Ed Davis (bateria).! Porém, quem gravou este Cd na bateria foi o cara do Foo Fighters, Dave Grohl.

Juliette cresceu ouvindo The Who com o pai e conheceu Iron Maiden com o irmão mais velho, o que a aproximou da música pesada, mas o Cd tem a simplicidade do melhor Rock e a “menina” não canta, ela sofre! é visceral e contagiante.

Sorte de quem gosta de um bom rock ‘n’ roll. Está aí uma grande surpresa ! Aconselho “Get Up”, “Sticky Honey”, “Hot Kiss” e, claro, “Bullshit King” (com esse nome, obrigatória) para sentir o estilo! Ouça alto e aguarde para ver a banda, formada em 2003, ao vivo, no TIM FESTIVAL 2007.

domingo, 26 de agosto de 2007

Keane - Hopes and Fears


Não é por nada não mas sempre que me deparo com um som novo e gosto de primeira, descubro que o som vem da Inglaterra ou associados. Keane é mais um exemplo disso, ouvi “Somewhere Only We Know” e tinha certeza de que iria gostar do resto. E foi o que aconteceu, o CD “Hopes and Fears” lançado em maio de 2004 não é elogiado só por mim, o álbum foi muito bem recebido pela imprensa, rendendo elogios do conceituado jornal inglês Sunday Times e da revista Rolling Stone.

A história deles começa dez anos antes na cidade de Battle, Inglaterra, onde a banda foi fundada. Interessante é que Keane, não é o nome de nenhum deles. Tim Rice-Oxley (baixo, guitarra e vocal), Richard Hughes (bateria) e Tom Chaplin (teclados) formam a banda que só engrenou de verdade depois que decidiu deixar as guitarras de lado ! Isso mesmo, assim que ficou decidido que o som da banda seria baseado no piano, a música “Everybody´s Changing” emplacou pelo selo Fierre Panda, até que em 2003 o selo Island convidou a banda para gravar o primeiro CD, que é esse aí em cima. Excelente, em todos os sentidos.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Donavon Frankenreiter – Move By Yourself


Depois de duas postagens de cds “fracos", venho com um excelente. O som do Donavon é meio anos 70, meio surf music, tem conteúdo e tem identidade. Destaque para a faixa que dá título ao CD, uma dance 70’s com direito a tecladinho Roberto Carlos, solo de guitarra distorcida e linha de baixo marcada. O Cd segue com a segunda "The Way it is" que nos faz decidir ouvir todo o CD, pois é uma balada ótima com guitarra anos 70 e baixo marcado também. Daí para frente é só boa música. Pra definir melhor se o Jack Johnson fosse bom ele seria Donavon Frankenreiter.

RJD2 – The Third Hand


Está aí um cara estranho com um Cd estranho. Por mais eclético e heterogêneo que um trabalho possa ser, há limites, e ele ultrapassa. A carreira de Ramble John (RJ) é toda voltada para o Rap, mas ele tenta vôos mais altos pela música e eu acho que é aí que está o problema, o cara tinha que abandonar a carreira de Rapper, pois quando tenta a música, dá certo. Apesar de duas faixas interessantes, o trabalho mais parece trilha sonora de filme. Não aconselho. Vou insistir e em breve posto outro CD dele aqui.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

The Fray



Estou de volta!

The Fray é uma banda de Rock Alternativo de Denver, Colorado. A Banda é mundialmente conhecida pelo single "Over My Head (Cable Car)", que ficou entre os 10 primeiros colocados na "Billboard Hot 100" (programa de rádio), e nos primeiro colocado em Canadá, Australia e Nova Zelandia. A banda ficou mais conhecida com o single "How To save a Life", que foi muito mais conhecida na América do Norte. Dessa música, eles lançaram o seu primeiro album "How to Save a Life", que se tornou o melhor album digital vendendo muitas copias, chegando a 1,3 bilhões de vendas.

The fray foi lançada em 2002, e seus integrantes atuais são: Isaac Slade, o vocalista e o pianista, Joe King na guitarra e nos vocais, Dave Galês na guitarra, e Ben Wysocki na bateria.

O som é uma mistura de Cold Play, U2, e Counting Crows. Some-se a isso boa dose de personalidade da banda. Excelente som!

domingo, 19 de agosto de 2007

Death Cab For Cutie



Perambulando por aí, embarrei cm uma banda que tem um nome muito estranho. Death Cab for Cutie. Resolvi baixar um CD deles, Plans. Muito bom! A cosntrução melódica e harmônica é muito bem pensada. Arranjos bem colocados e o principal. A banda tem dinâmica. Acabei baixando a discografia. Aqui vou destacar, além do Plans, o último e excelente CD Transatlanticism vale ouvir!

Abaixo um pouco da história da banda:
Origem: Bellingham (EUA)

Integrantes: Ben Gibbard (vocal, guitarra), Christopher Walla (guitarra), Nick Harmer (baixo) e Jason McGerr (bateria).

Início: 1997 com o álbum (em cassete) "You Can Play These Songs With Chords"

Estilo: indie pop rock

Álbuns: "You Can Play These Songs With Chords" (1997), "Something About Airplanes" (1998), "We Have the Facts and We're Voting Yes" (2000), "The Photo Album" (2001), "Transatlanticism" (2003) e "Plans" (2005)

Sucessos: "The Sound of Settling" ("Transatlanticism"); "A movie Script Ending" ("The Photo Album"); "Crooked Teeth", "Soul Meets Body" ("Plans")

Destaques: O álbum "Plans" vendeu cerca de 90 mil cópias em sua primeira semana de lançamento e estreou no quarto lugar do Reino Unido. O grupo recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo de 2005. No mesmo ano, lançou o DVD "Drive Well, Sleep Carefully - On the Road with Death Cab for Cutie".

Curiosidade: O projeto do grupo começou quando Ben Gibbard ainda era estudante de engenharia em Bellingham. "Death Cab for Cutie" é o nome de uma música do álbum "Gorilla" (1967), da banda "Bonzo Dog Doo-Dah Band".

Site Oficial: www.deathcabforcutie.com

Comunidade no Orkut:

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=936

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Smashing Pumpkins - Zeitgeist


Cdzinho safado ! Esses caras fizeram um certo "sucesso" no início dos anos 90, têm uma ótima música chamada "1979", mais uma coisa ou outra interessante, que outro dia comento por aqui, e só! A vocal é marcante mas o som é repetitivo e sem novidades. Talvez os fãs fervorosos gostem, se não for este o caso, é perda de tempo.

Capital Inicial - Eu Nunca Disse Adeus



Comecei mal, logo pela música “18”. Ela soa no mínimo falsa. Os caras estão beirando os 50 e cantam uma música que diz: “parece que acabei de chegar, tenho 18 e nem sei por onde começar”, fala de festa, acabou a bebida, os vizinhos vão reclamar, etc... Quase, quase desisti. Mas aí veio a “Altos e Baixos”, ótima! “Aqui”, “Eu e Minha Estupidez”, “Eu Nunca Disse Adeus”, e lá estava o bom e velho Capital, totalmente descartável, mas era Capital Inicial, e aí eu volto no tempo, sei lá em que ano (85 talvez), no primeiro show que fui do Capital, quando “Música Urbana” nem famosa era, numa casa chamada Metrópolis em São Conrado, torcendo para não ser barrado, para tentar explicar porque eu gosto deles. As lembranças da minha vida andam lado a lado com o som do Capital Inicial, então mesmo que seja pela razão errada, é difícil não gostar!

Bloc Party - Silent Arm


Lançado em fevereiro de 2005, o Cd Silent Arm ficou, infelizmente, dois anos e meio longe do meu conhecimento. A banda inglesa Bloc Party faz um som inacreditável. Pesado, inglês e autêntico. o som remete, ao longe, The Cure, The Clash, soa meio punk, mas não é. As duas primeiras músicas são dois socos na cara "Like eating grass" e "Helicopter" são o cartão de visitas da banda. A faixa 4 "Banquet" tem uma guitarra regulada à la "The Forest" (Cure), e por aí o Cd segue com uma produção cuidadosa e recheada de detalhes interessantes. O Cd fecha com "Compliments" que mostra o descompromisso da banda com padrões pré estabelecidos , lentinha e com uma cara de "invisible sun" (police).A surpresa final fica por conta do vocalista (Kele Okereke)
que tem voz de branquelo inglês e cara de Tracy Chapman.
Eles só fazem reforçar minha admiração pelo Rock Inglês. Recomendo o CD para qualquer um que goste de novidade e boa música. Ouça alto !

sábado, 11 de agosto de 2007

Aqualung - Strange and Beutiful


Aqualung é Matt Hales, britânico e com um som baseado em Radiohead, Coldplay porém, o Cd é bem diferente das coisas que tocam hoje em dia, viaja numa falsa calma mas carrega uma tensão constante. É outro Cd que tive que vencer meus preconceitos, pois é todo "piano-based" e prefiro "guitar-based", mas é bom, aliás muito bom ! A voz do cara é meio rouca e boa de ouvir. (quem quiser veja a historinha em http://blog.myspace.com/index.cfm?fuseaction=blog.view&friendID=18709984&blogID=265238102&Mytoken=5EE4A0A5-EA6C-4C28-96556EEE56DF7A4171539417).

Destaque para a faixa 5 - Breaking my heart e a 7 - Left Behind. É só conferir !!

Jenny & the Scallywags - Shaking Heart

   Volta e meia aparece na minha frente um álbum realmente novo de um artista que nunca ouvi falar. De primeira, muitas vezes, não dou m...